28 de maio de 2012
26 de fevereiro de 2012
5 de janeiro de 2012
Historial do grupo (2002-2012)
O grupo de teatro Máscara Solta resulta da iniciativa de alunos e antigos alunos da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, tendo-se afirmado nos últimos anos junto da comunidade académica.
Em atividade pelo menos desde 2002, de uma forma contínua, o grupo festeja este ano o seu décimo aniversário, contando portanto com dez produções no seu curriculum, as primeiras cinco por encenadoras e as últimas cinco (já com a atual) por encenadores.
Em 2002/03, apresentou Pede um desejo! – Não digas nada a ninguém..., com encenação de Graça Ochoa, na Faculdade de Letras.
O projeto nasceu do trabalho de pesquisa e improvisação dos atores, baseando-se numa recolha de textos de diferentes autores, sob temas como o amor, a guerra, a maternidade e o desejo.
Com este projeto, o grupo teve em 2003 a oportunidade de participar no festival de teatro académico ACTUS, em Coimbra.
Em 2003/04, ainda sob a direção de Graça Ochoa, desenvolveu um novo projeto no Palacete Burmester, intitulado Deixa-me ver-te.
Este trabalho também se desenvolveu a partir da recolha de textos pelos atores, em volta do tema do amor, numa proposta de teatro não-estático onde o público era incentivado a acompanhar a evolução da ação através dos jardins e diferentes espaços do Palacete Burmester.
Em 2004/05, apresentou uma adaptação da narrativa «Os três porquinhos e o lobo mau» de Histórias tradicionais politicamente corretas de James Finn Gardner, com encenação de Susana Oliveira e Marta Gorgulho, no café-concerto da ESMAE.
Ainda no início desse ano letivo, o Máscara Solta realizou um recital em homenagem a Sophia de Mello Breyner Andresen no café-concerto do Rivoli, a convite da AEFLUP.
Em 2005/06, apresentou A casa de Bernarda Alba de Federico Garcia Llorca, com encenação de Margarida Fernandes, novamente no café-concerto da ESMAE.
Com este projeto, o grupo teve em 2006 a oportunidade de participar no ciclo de teatro universitário do Porto CTUP.
Em 2006/07, apresentou A cantora careca de Eugène Ionesco, de novo sob a direção de Susana Oliveira, ainda no café-concerto da ESMAE.
Com este projeto, o grupo teve em 2007 a oportunidade de participar nos festivais de teatro académico INPUT, no Teatro Sá da Bandeira no Porto, e FATAL, no Teatro da Politécnica em Lisboa.
Em 2007/08, apresentou Seis mulheres sob escuta de Jaime Rocha, com encenação de Nuno Meireles, no auditório da Junta de Paranhos.
Com este projeto, o grupo teve em 2008 a oportunidade de participar nos festivais de teatro académico FLAE, no Santiago Alquimista, e FATAL, no Teatro da Politécnica, ambos em Lisboa, e INPUT, no Teatro Campo Alegre no Porto.
Em 2008/09, apresentou (A)tentados de Martin Crimp (em tradução de Paulo Eduardo Carvalho), com encenação de João Melo, na Garagem da Panmixia - CACE Cultural do Porto.
Em 2009/10, apresentou Os fantasmas como prumo das decisões domésticas e a sua influência nas emergências vivenciais de Carlos Wallenstein, com encenação de Viriato Morais, no espaço La Marmita.
Em 2010/11, apresentou uma adaptação de Sétimo céu de Caryl Churchill (uma vez mais em tradução de Paulo Eduardo Carvalho), com encenação de Simão Luís, no Clube Fenianos Portuenses.
Com este projeto, o grupo teve em 2011 a oportunidade de voltar ao festival de teatro académico FATAL, no Teatro da Comuna em Lisboa.
O Máscara Solta encontra-se neste momento a iniciar o projeto de 2011/12 sob a direção de Allex Miranda.
Em atividade pelo menos desde 2002, de uma forma contínua, o grupo festeja este ano o seu décimo aniversário, contando portanto com dez produções no seu curriculum, as primeiras cinco por encenadoras e as últimas cinco (já com a atual) por encenadores.
Em 2002/03, apresentou Pede um desejo! – Não digas nada a ninguém..., com encenação de Graça Ochoa, na Faculdade de Letras.
O projeto nasceu do trabalho de pesquisa e improvisação dos atores, baseando-se numa recolha de textos de diferentes autores, sob temas como o amor, a guerra, a maternidade e o desejo.
Com este projeto, o grupo teve em 2003 a oportunidade de participar no festival de teatro académico ACTUS, em Coimbra.
Em 2003/04, ainda sob a direção de Graça Ochoa, desenvolveu um novo projeto no Palacete Burmester, intitulado Deixa-me ver-te.
Este trabalho também se desenvolveu a partir da recolha de textos pelos atores, em volta do tema do amor, numa proposta de teatro não-estático onde o público era incentivado a acompanhar a evolução da ação através dos jardins e diferentes espaços do Palacete Burmester.
Em 2004/05, apresentou uma adaptação da narrativa «Os três porquinhos e o lobo mau» de Histórias tradicionais politicamente corretas de James Finn Gardner, com encenação de Susana Oliveira e Marta Gorgulho, no café-concerto da ESMAE.
Ainda no início desse ano letivo, o Máscara Solta realizou um recital em homenagem a Sophia de Mello Breyner Andresen no café-concerto do Rivoli, a convite da AEFLUP.
Em 2005/06, apresentou A casa de Bernarda Alba de Federico Garcia Llorca, com encenação de Margarida Fernandes, novamente no café-concerto da ESMAE.
Com este projeto, o grupo teve em 2006 a oportunidade de participar no ciclo de teatro universitário do Porto CTUP.
Em 2006/07, apresentou A cantora careca de Eugène Ionesco, de novo sob a direção de Susana Oliveira, ainda no café-concerto da ESMAE.
Com este projeto, o grupo teve em 2007 a oportunidade de participar nos festivais de teatro académico INPUT, no Teatro Sá da Bandeira no Porto, e FATAL, no Teatro da Politécnica em Lisboa.
Em 2007/08, apresentou Seis mulheres sob escuta de Jaime Rocha, com encenação de Nuno Meireles, no auditório da Junta de Paranhos.
Com este projeto, o grupo teve em 2008 a oportunidade de participar nos festivais de teatro académico FLAE, no Santiago Alquimista, e FATAL, no Teatro da Politécnica, ambos em Lisboa, e INPUT, no Teatro Campo Alegre no Porto.
Em 2008/09, apresentou (A)tentados de Martin Crimp (em tradução de Paulo Eduardo Carvalho), com encenação de João Melo, na Garagem da Panmixia - CACE Cultural do Porto.
Em 2009/10, apresentou Os fantasmas como prumo das decisões domésticas e a sua influência nas emergências vivenciais de Carlos Wallenstein, com encenação de Viriato Morais, no espaço La Marmita.
Em 2010/11, apresentou uma adaptação de Sétimo céu de Caryl Churchill (uma vez mais em tradução de Paulo Eduardo Carvalho), com encenação de Simão Luís, no Clube Fenianos Portuenses.
Com este projeto, o grupo teve em 2011 a oportunidade de voltar ao festival de teatro académico FATAL, no Teatro da Comuna em Lisboa.
O Máscara Solta encontra-se neste momento a iniciar o projeto de 2011/12 sob a direção de Allex Miranda.
20 de junho de 2011
19 de junho de 2011
2 de junho de 2011
1 de junho de 2011
«Cloud nine» de Caryl Churchill (tradução de Paulo Eduardo Carvalho)
Sinopse
A ação desenvolve-se em África, numa colónia britânica, época vitoriana. Apesar das lutas dos nativos pela autodeterminação, uma família colonial vive em normalidade.
Clive, o homem branco, impõe a todos os seus ideais: a Betty, sua mulher; a Joshua, o criado preto; e Edward, o filho jovem e efeminado. Estabelecendo um paralelismo entre opressões coloniais e sexuais, a submissa Betty insinua-se a Harry, homossexual não-assumido, despertando em Edward certos... desejos. Ellen, a governanta, revela cumprir os seus deveres por outro motivo que não a obrigação e Clive mantém um caso com outra mulher, esforçando-se por conservar o mundo tal como o vislumbra nas suas fantasias.
O primeiro ato termina com um casamento, no mínimo, inesperado, enquanto Joshua ameaça Clive com uma arma. A ação avança cem anos (apesar de as personagens terem envelhecido somente vinte e cinco) e desenrola-se em Londres.
Betty divorcia-se; a filha, Vitória, é casada com o liberal Martin; Edward assumiu-se homossexual e mantém uma relação dolorosa com o infiel Gerry. No final, Vitória abraça o lesbianismo e as relações incestuosas, mostrando que, embora os papéis sexuais e sociais possam inverter-se, as relações familiares e de poder pouco mudam.
A ação desenvolve-se em África, numa colónia britânica, época vitoriana. Apesar das lutas dos nativos pela autodeterminação, uma família colonial vive em normalidade.
Clive, o homem branco, impõe a todos os seus ideais: a Betty, sua mulher; a Joshua, o criado preto; e Edward, o filho jovem e efeminado. Estabelecendo um paralelismo entre opressões coloniais e sexuais, a submissa Betty insinua-se a Harry, homossexual não-assumido, despertando em Edward certos... desejos. Ellen, a governanta, revela cumprir os seus deveres por outro motivo que não a obrigação e Clive mantém um caso com outra mulher, esforçando-se por conservar o mundo tal como o vislumbra nas suas fantasias.
O primeiro ato termina com um casamento, no mínimo, inesperado, enquanto Joshua ameaça Clive com uma arma. A ação avança cem anos (apesar de as personagens terem envelhecido somente vinte e cinco) e desenrola-se em Londres.
Betty divorcia-se; a filha, Vitória, é casada com o liberal Martin; Edward assumiu-se homossexual e mantém uma relação dolorosa com o infiel Gerry. No final, Vitória abraça o lesbianismo e as relações incestuosas, mostrando que, embora os papéis sexuais e sociais possam inverter-se, as relações familiares e de poder pouco mudam.
31 de maio de 2011
30 de maio de 2011
29 de maio de 2011
14 de abril de 2011
Barracada '11
Vídeo em duas partes, para apresentação do grupo de teatro da Faculdade de Letras da Universidade do Porto - Barracada '11, da AEFLUP.
Realização: Simão Luís e Máscara Solta
Edição e montagem: Tiago Moura
Realização: Simão Luís e Máscara Solta
Edição e montagem: Tiago Moura
14 de junho de 2010
21 de maio de 2010
24 de maio de 2009
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